sábado, 19 de dezembro de 2009

O ESTUDIANTES FOI CAMPEÃO MUNDIAL POR 87 MINUTOS. E O F.C BARCELONA LEVA O TÍTULO NA PRORROGAÇÃO E NO PEITO DE MESSI.



1 x 2

Na decisão do Mundial Interclubes em Abu Dhabi, na tarde de hoje, o Estudiantes/ARG, foi campeão mundial por oitenta e sete minutos. O jogo foi muito estudado pelas duas equipes e não houve muitos lances de emoção. Aos 36’ do primeiro tempo, Mauro Boselli.escora cruzamento de Diaz da esquerda e fuzila o gol catalão: 1 a 0. Faltando dois míseros minutos para a consagração, o Barcelona/ESP, empata o jogo e leva a decisão para a prorrogação. Pedro Rodriguéz aos 43’ do segundo tempo depois de bola rebatida na área coloca de cabeça no gol dos argentinos: 1 a 1 e o time portenho sentiu o golpe.


Na prorrogação, o time argentino tentava de todas as maneiras levar a decisão para os pênaltis, mas o futebol não tolera o “SE”. Enquanto isso, o Barcelona tentava de todas as maneiras decidir o jogo e fazia a bola girar e os argentinos correrem com uma posse de bola impressionante. E aos 4’ do segundo tempo da prorrogação, jogada pela direita, Daniel Alves faz um cruzamento cirúrgico e Leonel Messi, que até então não tinha aparecido bem no jogo, entra por trás da zaga e de peito, acaba com o sonho argentino: 1 a 2 e muita festa no banco catalão. Ao apito do árbitro, todo o time espanhol comemorou e muito a conquista do mundial acabando com a fama de pé-frio que vinha os perseguindo desde 1992 quando perdeu para o São Paulo/SP e 2006 quando perderam para o Internacional/RS.

Estádio: Zayed Sports City, Abu Dhabi (EAU). Data: 19/12/2009. Árbitro: Benito Archundia (MEX). Auxiliares: Hector Vergara (CAN) e Marvin Torrentera (MEX).

Estudiantes: Albil, Clemente Rodríguez, Desábato, Cellay e Re (Rojo); Verón, Braña e Benítez (Sanchez); Díaz, Enzo Pérez (Nuñez) e Boselli. Técnico: Alejandro Sabella

Barcelona: Víctor Valdés, Daniel Alves, Piqué, Puyol e Abidal; Sergio Busquets (Yaya Touré), Xavi e Keita (Pedro); Messi, Ibrahimovic e Henry (Jeffren). Técnico: Joseph Guardiola.

Gols: Boselli, aos 36 minutos do primeiro tempo; Pedro, aos 43 minutos do segundo tempo; Messi, aos 5 minutos do segundo tempo da prorrogação

Uma pausa para reflexão: Quando o universo das drogas invade uma vida, o que se fazer?

Imagem:Cleber Mendes/LancePress

Dando uma pausa na retrospectiva que estou fazendo, tenho acompanhado atentamente a situação de um jogador que antes de tudo, é um ser humano que tem família e deve ter a sua integridade preservada acima de tudo: Gibson Leandro Pereira de Oliveira, 21 anos jogador do Botafogo/RJ e que foi pego duas vezes pelo exame antidoping pelo uso de substância proibida. Não estou aqui para fazer uma crítica ao jogador e nem aos seus hábitos, pelo contrário, gostaria mesmo é de poder estar escrevendo sobre suas grandes jogadas que chamaram a atenção nesse Brasileirão-09 e que o levariam a alçar vôos mais altos. Mas o que está mais latente neste caso é o pedido de socorro que está inserido no contexto dessa história que se não for bem observada pode não ter um final feliz. Em minha família, já tivemos o desprazer de conviver com um usuário de drogas e sei o quanto é difícil a situação e a que ponto chega à vida do usuário se todos ao redor não tiverem uma estrutura sólida para socorrer numa hora de maior desespero. O que me assusta é a forma que os veículos de comunicação vêm explorando o caso,quando na realidade,deveria ser mostrada a população o quanto o uso de drogas é nocivo a vida de quem se envolve com esse mundo podre. Esse rapaz está pedindo socorro, infelizmente de maneira equivocada, mas antes que seja tarde demais, ao invés de afastá-lo do esporte e taxá-lo de mau elemento, é necessário fazer com que as pessoas que estão mais próximas a ele entendam e o ajudem se possível com um tratamento intensivo, pois, ele ainda é novo e pode ser salvo. Não dêem as costas, dêem as mãos a quem necessita de apoio. Espero que daqui a algum tempo, possa estar escrevendo sobre os belos gols que ele como bom jogador que é sabe fazer. E vou torcer para isso!

Vale a Pena Recordar: Quando as quatro torcidas de São Paulo se reuniram pelo um mesmo ideal, a bola bateu na trave: PORTUGUESA VICE-CAMPEÃ BRASILEIRA DE 1996!




Tem coisas que somente o futebol é capaz de explicar. Quem acreditaria se alguém jurasse ter visto são-paulinos, santistas, corintianos, palmeirenses, bugrinos, pontepretanos, ipiranginos e juventinos sentados no mesmo estádio torcendo pelo mesmo time?

Parece brincadeira, mas esse dia aconteceu e foi em 1996 quando um time bem montado e dirigido por José Cândido Sotto Maior, o Candinho conseguiu a façanha de se consagrar diante de times como São Paulo, Corinthians, Santos, Palmeiras, Cruzeiro, Atlético, Flamengo etc., levando o time do Canindé a quase conquistar o inédito título de Campeão Brasileiro, que foi parar em Porto Alegre.

Vamos relembrar os elencos desse jogo:

Grêmio: Danrlei; Arce, Rivarola (Luciano), Mauro Galvão e Roger; Dinho (Aílton), Luiz Carlos Goiano, Émerson (Zé Afonso), e Carlos Miguel; Paulo Nunes e Zé Alcino. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

Portuguesa: Clêmer; Walmir, Émerson, César e Carlos Roberto (Flávio); Capitão, Gallo, Caio e Zé Roberto; Alex Alves e Rodrigo Fabri (Tico). Técnico: Candinho.

Esse dia era 11/12/1996, numa quarta-feira. Depois de ter atropelado o Cruzeiro nas semifinais, ganhando de 3 a 0 em São Paulo e perdido 1 a 0 em Belo Horizonte, a Portuguesa chegava à final não como zebra, mas como um time experiente e que deveria ser respeitado. Antes, na semifinal, ganharia em casa de 1 a 0 e um empate em 2 a 2, contra o Atlético Mineiro em Belo Horizonte, selaria o passaporte para a grande final. Mas ao mesmo tempo em que do lado de cá existiam excelentes jogadores, do lado de lá, estava somente o todo poderoso Grêmio com Émerson, Carlos Miguel, Paulo Nunes e um técnico que iria chamar muito a atenção pelo seu trabalho: Luiz Felipe Scolari. No sorteio para decidir o mando de jogo, a Lusa já saiu em desvantagem, pois, o primeiro jogo seria em SP e o segundo no RS. O time do Grêmio era muito forte tinha uma base formada e já tinha entrosamento que vinha desde o ano anterior. A Portuguesa vinha de um bom primeiro semestre e tinha em seu elenco jogadores que foram fazendo a diferença durante o campeonato. Jogando em casa a primeira decisiva, a Portuguesa foi ao ataque e conquistou um placar de 2 a 0, fazendo com que o time gaúcho precisasse vencer o jogo de volta por placar igual ou superior.

Com um estádio Olímpico lotado no jogo da volta, o Grêmio foi atrás do resultado e depois de uma cobrança de escanteio, a bola sobra e Paulo Nunes abre o placar de perna esquerda: 1 a 0. Esse resultado ainda dava o título à Portuguesa que tentou empatar o jogo e foi pra cima em inúmeras vezes chegou a incomodar o tricolor gaúcho. E como quem não faz toma, aos 40’ do segundo tempo, depois de mais uma cobrança de escanteio de Arce, Emerson tira e no rebote, Airton de frente pro gol, fuzila rasteiro a meta de Clêmer dando números finais ao grande jogo. O resultado acabou coroando as duas equipes que tiveram uma regularidade boa no campeonato e no mata-mata,foram muito superiores aos outros grandes e por apenas três minutos, a Lusa não ficou com caneco. Esse Vale a Pena Recordar !

No youtube: http://www.youtube.com/watch?v=Iyw4DJugcRk  , as emoções com imagens da REDE GLOBO e narração de Galvão Bueno.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Vale a Pena Recordar: O melhor presente de dia dos namorados que o palmeirense recebeu depois de dezesseis anos de espera:CAMPEÃO PAULISTA de 1993 e em cima do arqui-rival Corinthians!


Imagem: Arquivo Placar(divulgação)


Dia doze de Junho de 1993, dia dos namorados, domingo à tarde. O estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi) receberia as duas maiores torcidas do Estado para mais uma final de campeonato e o jogo não poderia ser outro: Corinthians x Palmeiras. A cidade de São Paulo respirava um clima incomum: no jogo anterior o Timão comandando por Neto e companhia havia ganhado pelo placar de 1 a 0 e Viola autor do gol, imitara um porquinho chafurdando na lama, para irritação de toda a torcida palmeirense, acirrando ainda mais o clima para o segundo jogo. Vamos relembrar as escalações das equipes:

Palmeiras: Sérgio, Mazinho, Antônio Carlos, Tonhão, Roberto Carlos, César Sampaio, Daniel, Edílson (Jean Carlo), Zinho, Edmundo, Evair (Alexandre Rosa). Técnico: Wanderley Luxemburgo.

Corinthians: Ronaldo, Leandro, Marcelo, Henrique, Ricardo, Marcelinho Paulista, Ezequiel, Neto, Paulo Sérgio, Viola, Adil (Tupãzinho) (Wilson Macarrão). Técnico: Nelsinho Baptista

A partida significava muito a torcida palmeirense que já estava há exatos dezesseis anos sem conquistar um título estadual, enquanto que a torcida corintiana por sua vez, esperava apenas um empate ou uma vitória simples, para desespero do rival, Palmeiras. No primeiro jogo, o Corinthians havia ganhado por um a zero com um Morumbi lotado e com a torcida alvinegra comemorando muito o resultado, fazendo com que o público chegasse aos 104.401 pagantes no jogo final, um recorde para a época. O Palmeiras passava por uma reformulação e havia acabado de assinar um contrato de parceria com a multinacional italiana Parmalat, que montaria sob o comando do técnico Wanderlei Luxemburgo (ex-Flamengo), um verdadeiro esquadrão. Do lado alvinegro, o técnico Nelsinho Baptista, voltava ao time que havia lhe dado o titulo de campeão brasileiro em 1990 e ele tinha o respeito e o respaldo da diretoria alvinegra. O jogo começa tenso, com muitas jogadas duras e as equipes mostrando o quanto a rivalidade entre os times estava aflorada. Edmundo dá um carrinho em Paulo Sérgio e não toma cartão amarelo, depois é a vez de César Sampaio tomar uma paulistinha do zagueiro Henrique e nada do árbitro José Aparecido de Oliveira (FIFA-SP), mostrar cartão amarelo. Mas aos 37’ do primeiro tempo, a torcida alvinegra veria o início do seu pesadelo: tabela rápida entre Edílson e Edmundo, a zaga corta e na sobra Zinho abriria o placar: 1 a 0. Com o resultado, o título não era do alviverde, mas sim do arqui-rival, que tentava de todas as formas, acompanhar o ritmo e a vontade do time de Wanderlei Luxemburgo. Aos 29’, ele apareceria: Evair. Depois de jogada rápida do ataque, novamente ele apareceria para ampliar o placar: 2 a 0, para desespero do goleiro Ronaldo. Aos 38’, o encapetado Edílson levaria o torcedor palmeirense a loucura ao ampliar o placar e levar o jogo à prorrogação: 3 a 0. Na prorrogação, a consagração viria dos pés dele que havia ficado dez partidas afastadas por contusão e voltaria para entrar para a história: Pênalti e expulsão do goleiro Ronaldo. Sai Tupãzinho e entra Wilson Macarrão no gol alvinegro, mas a história já estava escrita e sacramentada: bola de um lado, goleiro de outro: 1 a 0. Conquista do título e chocolate. 3 a 0 no tempo normal e 1 a 0 na prorrogação,um belíssimo presente que todo namorado palmeirense jamais esqueceu. E início de uma época que revolucionou a história do futebol brasileiro. Vale a Pena Recordar! Veja no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=td3QuYecBTk,
 a matéria feita por Maurício Kubrusly e exibida em 10/06/1993, na sexta-feira que antecedia o clássico, no GLOBO REPÓRTER. (Imagens: Rede Globo - 1993 e TV Cultura -1974). Os melhores momentos do jogo, com imagens da Rede Bandeirantes, exibido em 12/06/1993, na narração de Sílvio Luiz, comentários de Mário Sérgio, reportagens de Octávio Muniz e Eli Coimbra.







segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Vale a Pena Recordar: O São Paulo Futebol Clube volta a Tóquio e sagra-se BICAMPEÃO MUNDIAL INTERCLUBES! A vítima da vez é o todo poderoso Milan.



Dizem que o raio não cai duas vezes num mesmo lugar, mas aos doze dias do mês de dezembro do ano de 1993, um fato iria se repetir e mudaria a história do futebol brasileiro. O São Paulo voltaria a Tóquio e representaria a América contra um time da Europa, dentro do Campeonato Mundial Intercontinental, e o time comandado pelo saudoso Telê Santana, tinha uma tarefa mais complicada pela frente: defender o título
e jogar contra os italianos do A.C Milan. Vamos relembrar as escalações das equipes:


São Paulo: Zetti; Cafu, Ronaldo, Válber e André; Dinho, Doriva, Toninho Cerezo e Leonardo; Palhinha e Müller. Técnico: Telê Santana.


Milan: Rossi; Panucci, Baresi, Costacurta e Maldini; Desailly, Albertini, Donadoni e Massaro; Papin e Raducioiu. Técnico: Fabio Capello

O Estádio Nacional de Tóquio lotado assistiu a um jogo disputado palmo a palmo onde,as equipes tinham características parecidas porém,escolas diferentes de futebol. O São Paulo vinha de uma série de jogos importantes, pois estava ainda colhendo os frutos da conquista anterior e o Milan tinha um elenco respeitadíssimo na Europa e principalmente na Velha Bota. O São Paulo iniciou a partida como favorito e aos 19’, depois de um belo cruzamento de Cafu, Palhinha aparece na área e bate forte para abrir o placar: 1 a 0. Mas o time do Milan tinha em seu banco o excelente técnico Fábio Capello que através das suas orientações mostrava o porquê o Milan chegou até lá. Na volta do intervalo, logo aos 6’, depois da cobrança de escanteio, Massaro empataria: 1 a 1. Na sequência, Telê Santana faz uma alteração arrojada: entra Juninho Paulista e sai Palhinha, deixando Toninho Cerezo em campo. E a estrela do FIO MARAVILHA, brilharia mais uma vez, pois, no contra-ataque pela esquerda, Leonardo cruza e Cerezo ampliaria o jogo: 2 a 1. O São Paulo ainda teria a chance de ampliar para 3 a 1, mas Costacurta salvaria em cima da linha. Pra desespero da torcida tricolor, aos 35’ o Milan empataria o jogo, depois de bela tabela entre Massaro e Papan, este último completando pra rede. Foi nesse jogo que aconteceu o lance mais inusitado do futebol: São Paulo no ataque,Cerezo toca no meio pra Dinho,que toca a Doriva que devolve a Cerezo que lança Muller,este,divide com Baresi e de costas,não percebe que faria o gol mais importante da sua vida. A bola bate em seu calcanhar e na dividida, mata o goleiro Rossi: 3 a 2, pra coroar a trajetória de um treinador que foi muito importante para essas duas conquistas. Confira as imagens da REDE GLOBO, que estão no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=hFJ8CNIsG3
 com a narração de Galvão Bueno (no Japão) Léo Batista (São Paulo), comentários de Juca Kfouri, reportagens de Marcos Uchôa (Japão). Esse Vale a Pena Recordar !

Vale a Pena Recordar: Há exatos 17 anos o São Paulo Futebol Clube levava seu nome e sua marca para o mundo reverenciar e sagrava-se CAMPEÃO MUNDIAL INTERCLUBES!




Aos doze dias do mês de dezembro do ano de 1992, a cidade de São Paulo respirava um clima diferenciado. Pela primeira vez, um time paulista representaria a América contra um time da Europa, dentro do Campeonato Mundial Intercontinental, que era patrocinado pela montadora japonesa Toyota. O jogo foi realizado às 14h no horário japonês e às 02h do horário brasileiro. E o time comandado pelo saudoso e maravilhoso Telê Santana, tinha uma tarefa dificílima pela frente: o temido Barcelona do técnico Johan Cruyff. Vamos relembrar as escalações das equipes:


(Imagem: Arquivo Placar)
São Paulo: Zetti; Vitor, Adilson, Ronaldo e Ronaldo Luiz; Cerezo (Dinho), Pintado, Raí e Cafu; Palhinha e Muller (reservas: Marcos, Válber, Catê e Elivélton). Técnico: Telê Santana.

Barcelona: Zubizarreta; Ferrer, Koeman, Guardiola e Eusebio; Bakero (Goicoechea), Amor, Witschge e Beguiristain (Nadal); Stoichkov e Laudrup (reservas: Busquets, Alexanco e Juan Carlos). Técnico; Johan Cruyff.

A partida ocorreu no Estádio Nacional de Tóquio e as arquibancadas lotadas viram um espetáculo de encher os olhos. Aos 12’ do primeiro tempo o time catalão sai na frente: o bom jogador Stoichkov limpa na frente da zaga e coloca no ângulo de Zetti: 0 a 1. O time brasileiro não se abalou e foi pra cima do time espanhol. Aos 36’ do primeiro tempo, um gol genuinamente brasileiro: arrancada de Muller pela esquerda, uma finta espetacular se livrando do zagueiro Koeman e o cruzamento pra trás para a conclusão de Raí: 1 a 1 e festa no banco de reservas brasileiro. No segundo tempo, o jogo continua equilibrado, mas a estrela de um jogador iria brilhar: Raí. Numa cobrança de falta ensaiada em frente à área, Raí rola a bola pra Cafu que só pára a bola para a batida no ângulo: GOLAÇO! E festa brasileira: 2 a 1 de virada e um título conquistado com a marca de Telê Santana. O feito ainda iria se repetir no ano seguinte e depois por mais alguns anos, mas isso é para se contar num próximo capítulo. Que dar uma olhadinha no que foi esse jogo: Veja as imagens da REDE GLOBO, que estão no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=C56pmmwVcCI, com as narrações de Luiz Alfredo (no Japão) e Oliveira Andrade (São Paulo), comentários de Raul Plasmann, reportagens de Roberto Cabrini (Japão) e Mauro Naves (São Paulo). Esse Vale a Pena Recordar!