segunda-feira, 19 de julho de 2010

De pênalti a expulsão, de gol polêmico a gol bonito. Teve de tudo na rodada do BR/10.

A nona rodada do BR/10 teve de tudo nesse fim de semana. De lances polêmicos a gols bonitos e perdidos, as equipes começam a mostrar o que deve ser feito em matéria de reforços para a continuidade do campeonato. Vamos aos jogos de sábado.

3 x 2 - Manoel Barradas – 18h30 – O tricolor paulista depois de ter perdido em casa para o Avaí por 2 a 1;foi à Salvador enfrentar o bom time do Vitória e tomou outra surra. Com gols de Elkeson (VIT), aos 13, e Jean (SP), aos 39 minutos do primeiro tempo; Schwenck, aos 2, Ramon, aos 12, Fernandão(SP), aos 16 minutos do segundo tempo,o jogo teve a boa atuação do experiente Ramon e a péssima atuação da defesa são paulina que não conseguiu se acertar a maior parte do jogo. Com as fortes chuvas que caíram em Salvador durante a semana, o time baiano conhecedor do gramado, fez valer a tese do mando de jogo. O time paulista se coordenação e desarrumado em campo sofreu para conseguir alguma coisa dentro da partida. Logo aos 2’ de partida,o torcedor tricolor sabia o que iria encontrar pela frente quando Ramon arrematou forte pro gol depois de uma sobra de bola assustando Rogério Ceni. Enquanto o time baiano apostava na velocidade e organização dos seus jogadores, o time de Ricardo Gomes apenas assistia e pagou caro: Aos 13’, depois de cruzamento de Egídio, Elkeson cabeceou forte e abriu o marcador na boa terra: 1 a 0. O São Paulo foi tentando, criando chances, mas não conseguia furar o bloqueio da defesa. E de tanto tentar, conseguiu seu feito: Aos 39’, Jean após roubada de bola arrisca o chute e a bola passa entre a trave e o goleiro: 1 a 1. Na volta do intervalo e sem alterações, o técnico Ricardo Gomes pedia atenção para que o jogador Fernando fosse mais bem acompanhado, mas Egídio iria infernizar a zaga tricolor aos 2’ da etapa final,cruzando a bola na cabeça de Schwenck que testou firme para ampliar o marcador: 2 a 1 e muita festa. Dez minutos depois, aos 12’ sem conseguir sair ao ataque, o São Paulo sofreria o terceiro gol, pois, Ramon recebe em posição legal e batendo forte de perna esquerda amplia a dor de cabeça paulista: 3 a 1. Aos 16’ o São Paulo diminuiria o placar com boa cabeçada de Fernandão, mas não foi o suficiente para uma reação, já que aos 30’, Cleber Santana cruzaria uma bola na medida e Fernandão desperdiçou a chance de um empate.


3 x 1  - São Januário - 18h30 - O técnico Paulo César Carpeghiani armou o time do Atlético/PR na tentativa de ganhar do Vasco/RJ do técnico Paulo César Gusmão para respirar e sair da zona do rebaixamento. O que ele não contava era com a péssima arbitragem do árbitro Nielson Nogueira Dias, que errou ao marcar o pênalti do segundo gol cruzmaltino e foi muito criticado por todos que estavam presentes após a expulsão de Chico, que fez o elenco alvirubro seguir durante toda a segunda etapa com nove jogadores. Além destas situações todas, o time cruzmaltino ainda contou com a sorte. O jogo foi muito ruim tecnicamente e o Vasco jogando em casa diante de 4530 pessoas, tentava se impor apesar da má qualidade do espetáculo. Os times não conseguiam concluir as poucas chances que apareciam e a torcida já estava ficando impacientes com tamanha ruindade de ambas as equipes. Aos 19’, o garoto Jhonatan recebe e chuta forte de fora da área, o goleiro Neto aceita um frangaço e o Vasco abre o placar quando o Atlético era melhor na partida: 1 a 0. Aos 25’ a situação que já estava ruim ficou ainda pior. Depois de jogada individual, Jhonatan invade a área e tromba com o zagueiro Eli Sabiá; árbitro mal colocado marca pênalti e ainda dá cartão amarelo. Nunes ex – Santo André bate no canto oposto do goleiro Neto e amplia: 2 a 0 ainda na primeira etapa. O juiz além da má colocação em campo, não foi bem nos critérios do uso dos cartões. Aos 30’, o zagueiro Chico dá um carrinho acertando a bola e acidentalmente acerta Rafael Carioca. Não posso afirmar se o árbitro sentiu a pressão por estar apitando no Rio de Janeiro, mas o fato é que ele puxou o vermelho direto deixando o Furacão com dez jogadores faltando mais de dez minutos para terminar a primeira etapa. Aos 35’, mais polêmica: Nunes dá um carrinho para roubar a bola que bate em Eli Sabiá e saí. Acertadamente o árbitro marca lateral vascaíno e o jogador atleticano se irrita com a marcação, recebendo o segundo amarelo e consequentemente o vermelho. Nos acréscimos do primeiro tempo, a única chance de gol atleticano: Escanteio cobrado, Nilton fura de forma infantil e Bruno Mineiro marcaria o gol de honra: 2 a 1 e o Furacão terminaria a primeira etapa com nove jogadores. No segundo tempo, com dois homens a mais, o time da Colina administrou o resultado e ainda teve tempo de aos 17’ fazer o terceiro gol através de chute forte rasteiro que passou por baixo de Neto: 3 a 1 e prenúncio de goleada, mas o elenco carioca puxou o freio de mão e se contentou com mais três pontos.


Nenhum comentário:

Postar um comentário